Todo hospital que se preze deve dar atenção à parte de gerenciamento de custos da instituição, pois essa parte é fundamental para manter o estabelecimento funcionando.

De fato, saber gerenciar um hospital não é tarefa fácil pois sempre haverá um gasto, um investimento e reposição de materiais a ser feito. Reparos acontecem quase sempre e ainda tem o fato que inclui a manutenção de equipamentos.

Tudo isso faz com que seja preciso ter um bom controle dos gastos para que se possa investir no que é necessário. Uma das grandes despesas que um hospital tem é quanto a área de CME.

Veja então como o gerenciamento de custo pode ajudar nesta etapa. 

Como conseguir melhorar o gerenciamento de custos de um hospital?

Cada vez mais o CME tem sido visto como uma parte estratégica de um hospital. Saiba os benefícios do CME

O centro cirúrgico de um hospital é um dos setores que mais gera receita. Seu papel é impactado de modo direto por conta das centrais de materiais e esterilização.

Cada vez mais o CME tem sido visto como uma parte estratégica de um hospital, visto que seu funcionamento age de modo direto na segurança e na capacidade de receita que o hospital faz.

De maneira direta, isso quer dizer que uma CME que funcione perfeitamente, consegue aumentar o fluxo de rotatividade de processos de um hospital.

Com os centros cirúrgicos tendo uma capacidade maior de receber pacientes, o hospital acaba tendo uma melhora na hora de gerar receita.

Além de aumentar a receita da instituição, o serviço de CME também pode reduzir os custos que uma instituição possui, pois ao passo em que se diminui gastos de insumos, a produtividade por funcionário acaba aumentando.

Assim, os riscos sanitários acabam sendo mitigados. No mundo todo, a terceirização dentro de um hospital já não é algo novo.

Isso porque diversos estabelecimentos de saúde fazem a terceirização de áreas que não são a parte central do funcionamento de um hospital, como por exemplo:

  • Refeitórios;
  • Lavanderia;
  • Recepção;
  • Segurança.

No entanto, algo que tem mudado um pouco é que agora, a tendência foca na terceirização voltada para os cuidados vitais dentro do hospital, que é a CME.

Quais desafios que um hospital encontra ao longo do caminho?

O desafio, entretanto, é fazer com que se tenha uma CME de alta eficiência sem abrir mão da qualidade do serviço e também das normas sanitárias.

Tudo o que se refere a CME possui regulamentação rígida, como por exemplo, a Resolução RDC-15 que pede um monte de exigências que se configuram como um certo desafio para algumas unidades.

Isso porque, em grande parte das vezes, o hospital não conta com uma estrutura adequada para que se possa atender à essa regulamentação.

Para que se possa então ter uma boa eficiência, é preciso que o cumprimento das normas sanitárias e regulamentos sejam entendidos para que se possa ter uma boa qualidade no fim das contas.

Quais são as vantagens que a CME traz para um hospital?

A CME é vista como uma atividade-meio. Portanto, se inclui no âmbito da terceirização como algo aceitável. Há diversos motivos para que se adote a terceirização nessa área, veja:

1. Estrutura hospitalar

Um dos principais motivos de terceirizar é pelo fato de que hospitais com estrutura antiga possuem dificuldades de se adequar às exigências atuais da ANVISA de infraestrutura. 

Além de que uma reforma pode significar um alto custo para a unidade. Sendo assim, a terceirização surge como uma saída possível para que não seja preciso ter uma reforma e ainda assim contar com a qualidade do serviço prestado.

2. Qualidade nos processos

Uma empresa terceirizada foca especialmente em uma área de atuação. Sendo assim, todas as etapas do processo de CRM acabam por ter eficácia máxima por conta de sua expertise.

Não só a questão da limpeza e controle da esterilização, mas também os aspectos operacionais acabam por melhorar 100%. Tudo se torna mais otimizado, rápido e também seguro.

3. Reduz custos

Por conta de haver um melhor controle no estoque e também na logística de processamento, o CME acaba por fazer com que o hospital não tenha um gasto excessivo, portanto, o custo-benefício é grande.

Assim, com um controle maior é possível investir em outras áreas que merecem atenção, já que essa parte de cuidados materiais fica por conta inteiramente da empresa contratada.

Quais os custos que uma instituição tem ao não terceirizar o processamento?

Tanto hospitais particulares, hospitais públicos e rede privada precisam fazer com que seus materiais estejam em condições de uso. Nem todas as unidades acham que a terceirização é o melhor meio para isso.

Sendo assim, optam por fazer uma CME própria. No entanto, essa atitude pode gerar custos que impactam de modo direto o negócio.

A nova CME trouxe perfeccionismo e automatização dos processos, segurança e metodologias no processamento de produtos para a saúde.

O valor agregado a esses produtos fizeram com que essa área pudesse ter uma maior segurança e confiança. No entanto, ao mesmo tempo que fizeram isso, aumentaram o valor global investido nesse setor.

No dia a dia, os gestores têm que lidar com diversas barreiras administrativas e também econômicas. Alguns dos custos que um ambiente deve ter que investir para que a CRM possa ter alta performance, são:

  • Teste de limpeza;
  • Teste de esterilização;
  • Teste de selagem;
  • Investimento em lavadoras ultrassônicas;
  • Seladoras;
  • Autoclave;
  • Manutenção de equipamento;
  • Equipe bem ajustada.

Sendo assim, é um grande desafio ter que lidar e controlar todos esses fatores fazendo com que se mantenha alta performance.

Conclusão

Depois de ver todos esses fatores acima, fica claro que a terceirização é o melhor caminho para implementar a CME de modo eficaz e ainda com benefícios.

Diante do alto custo do cenário atual, a terceirização aparece como uma saída para baixar esses valores. Sendo assim, se alivia uma preocupação extra, garantindo apenas se preocupar com a empresa que está prestando serviço.

Conte aqui se o gerenciamento de custos para você tem sido algo difícil de lidar e se este conteúdo te ajudou em algo. Além disso, compartilhe-o com outras pessoas que tenham interesse.

Entenda de uma vez todo o processo e saiba diferenciar limpeza, desinfecção e esterilização!

Saber a diferença entre esterilização e desinfecção é fundamental para que se possa tomar medidas corretas dentro de um hospital.
Quando se trata de higiene, essas palavras são usadas com frequência. Apesar de serem similares, há uma diferença entre cada uma delas.
Saber esse tipo de coisa é vital para que se possa fazer procedimentos corretos e evitar com que infecções aconteçam dentro do ambiente hospitalar.
Se você quer entender melhor as questões que envolvem todos esses procedimentos e o que você deve fazer, continue lendo este conteúdo pois reunimos alguns pontos importantes.

Qual a diferença entre limpeza, esterilização e desinfecção?

Primeiramente, quando falamos sobre limpeza, estamos nos referindo à parte de remoção de sujeiras e impurezas da superfície de um objeto ou de um ambiente.

No entanto, para que se possa eliminar de vez as bactérias consideradas nocivas, é essencial que se saiba a diferença entre cada tipo de método para que se possa livrar os equipamentos de todos organismos vivos com segurança e eficácia.

A higienização se refere à significativa redução do número de germes em uma superfície a um nível seguro. O processo da higienização começa pela limpeza e depois parte para a higienização.

A desinfecção é a parte destinada a acabar quase com 100% dos germes. Ela só funciona a partir do uso de produtos químicos feitos para matar esses organismos.

Portanto a ação desinfetante é proporcionada por meio de desinfetantes, água sanitária, dentre outros produtos destinados a este fim.

Ela acaba não limpando as superfícies sujas, mas elimina todos os germes para que o risco de infecção diminua. Sendo assim, é importante que dentro de hospitais esses três pontos se cruzem sempre.

Desse modo, pode-se garantir limpeza e desinfecção total do objeto, trazendo mais segurança na hora de usá-los. Abaixo, veja as principais diferenças entre cada um.

1. Limpeza

A limpeza é um dos primeiros processos executados e se foca em retirar a suhjeiraaparente e gordura resudual de instrumentos cirurgicos, por exemplo
A limpeza, como dissemos, é a primeira parte de todo processo para a remoção de sujeiras. Sendo assim, fica responsável por eliminar resquícios de sujeira ou gordura residual.
Ela pode acabar retirando até 90% das bactérias mais simples que estão espalhadas em um ambiente. Geralmente o que se usa nessa etapa é água, detergente, sabão neutro, limpador e esfregão.
Utiliza-se isso nas superfícies tanto de objetos como de cômodos, paredes, entre outros.

2. Desinfecção

Desinfecção visa eliminar parte dos microrganismos patogênico
A desinfecção ocorre depois da limpeza comum e dá ainda mais eficiência ao processo que aconteceu anteriormente. Isso porque essa etapa consegue fazer a eliminação de grande parte dos microrganismos patogênicos.
Sendo assim, pode matar quase 100% da vida microbiana e dos vírus. O método de desinfecção se inicia com produtos que tenham alta toxicidade, como o álcool e o cloro.
A desinfecção é mais indicada para aqueles ambientes onde se tem uma circulação maior de pessoas e o ideal é fazê-la em lugares que acumulam mais bactérias.

3. Esterilização

A esterilização deve extetrminar as formas de vida microbianas
Este é um processo que tem como objetivo eliminar as formas de vida microbiana. Assim, é mais eficaz contra bactérias, vírus, fungos e esporos.

Há vários meios para fazer com que esse método funcione. Sendo assim, a escolha da melhor técnica fica por conta do material em que será feita a esterilização.

Por se tratar de algo mais rigoroso, deve ser a última etapa no processo de higienização de um local ou objeto. Desse modo, pode-se oferecer segurança necessária.

Como o objetivo da esterilização é acabar com a possibilidade de vida de qualquer organismo, vários métodos são feitos dependendo do material, como:

Autoclavagem: expõe o material ao vapor de água sob pressão durante um tempo de 15 minutos;
Tindalização: são três sessões de exposição no vapor a 100 °C por 15 minutos;
Fervura: colocar o material para ferver em 15 minutos;
Calor seco: provoca oxidação de substâncias orgânicas dos microrganismos e coagula suas proteínas;
Formaldehído: usa-se a autoclave por 6 horas para esterilizar;
Plasma de peróxido de hidrogênio: esterilização feita em baixas temperaturas.

Leia também: Tipos de esterilização: quais são e qual o mais seguro?

Quais materiais são necessários?

Existem uma série de materiais que precisam ser usados durante o processo de limpeza à esterilização. Cada material possui fins diferentes, por isso é preciso um cuidado na escolha.

Dentre os principais, se encontram:

  • Hipoclorito de sódio (1.000 ppm de cloro disponível);
  • Quaternário de amônia;
  • Álcool etílico 70%;
  • Fenóis (alta toxicidade, tendendo ao desuso);
  • Isopropílico 92%;
  • Solução de peróxido de hidrogênio;
  • Cloro e compostos clorados;
  • Ácido peracético;
  • Água superoxidada.

Além desses, a equipe de execução CME responsável pela limpeza também deve fazer uso de máscara, luvas, óculos e todo equipamento de auto segurança durante os processos.
As desinfecções podem ser de baixo nível, nível intermediário e alto nível. As de alto nível são indicadas para itens semicríticos.

As de nível intermediário e baixo nível servem para itens não-críticos e superfícies. Os responsáveis por direcionar esses processos, são a Comissão de Controle de Infecção Hospitalar – CCIH.

Cuidados que se deve ter no processo

Como os instrumentos a serem cuidados saem de lugares contaminados e com grandes possibilidades de doença, o cuidado no manuseamento deles deve ser a principal coisa a se tomar conta.
Por isso que os enfermeiros responsáveis dentro da equipe de CME devem seguir todos os cuidados estipulados pelas normas vigentes para que não haja risco de contaminação.
Dentro dessa rotina de limpeza, hospitais e clínicas se mantêm seguros contra infecções que causem mortes em seus pacientes por conta de infecção hospitalar.
Portanto, os locais que cuidam da saúde devem tomar muito cuidado quanto a esses três itens. Isso porque todos eles fazem parte de um cuidado necessário.

Conclusão

Por fim, vimos então alguns pontos sobre limpeza, esterilização e desinfecção e o que cada uma dessas etapas significa.
É vital que se dê a importância necessária para esses processos pois eles contribuem não só com a saúde dos pacientes como também com a saúde dos médicos.
Portanto, se você está à frente da direção de um hospital, procure se inteirar de cada processo com uma equipe voltada para esse trabalho.
Conte aqui se este conteúdo lhe ajudou e não se esqueça de compartilhar este conteúdo com outras pessoas.
Afinal, este é um conteúdo importante e necessário para o conhecimento, saúde e segurança de todos.

As boas práticas no processamento de produtos de saúde

Saber as boas práticas do processamento de produtos para saúde é fundamental para garantir ao paciente uma assistência necessária no seu processo de diagnóstico.

Isso compreende várias etapas, como as de pré-limpeza, limpeza, desinfecção, esterilização, entre outros procedimentos hospitalares. Ações essas comumente feitas pelos centros de material e esterilização, o CME. 

Esse que tem funcionamento em hospitais, clínicas, unidades de saúde, entre outros. Por ser um assunto complexo por envolver várias áreas, ter um conhecimento adequado faz toda a diferença. Se você tem dúvidas sobre este assunto, continue lendo este conteúdo.

Quais são as boas práticas?

Dentro de um CME é necessário que várias normas sejam cumpridas para que o trabalho possa acontecer com eficiência e segurança. Sendo assim, é necessário que se saiba algumas boas práticas durante o processamento desses produtos para que eles não:

  • Infrinjam alguma lei;
  • Desrespeitem nenhum regulamento.

Portanto, a resolução RDC N° 15/2012 estabelece alguns requisitos que devem ser seguidos para que possam proteger a segurança dos pacientes e também dos profissionais.

Como evitar infrações

O CME classe I se refere ao  processamento de produtos para saúde – PPS que não são críticos. Ou seja, são semicríticos ou críticos de conformação não complexa, mas passíveis de processamento.

Já o CME classe II se refere ao processamento de PPS que pode não ser crítico, semi crítico ou críticos de conformação complexa e não complexa que não são passíveis de processamento.

Assim, o CME só pode fazer o processamento de produtos que sejam compatíveis com sua capacidade de operação e de acordo com sua classificação.

A responsabilidade de todo processamento fica por conta do responsável técnico. Já o PPS na empresa processadora fica a cargo do representante legal.

Os serviços de saúde que fazem mais de 500 procedimentos cirúrgicos  no mês, não contando com partos, devem montar um Centro de Segurança para Processos Químicos – CCPS, que seja composto por:

  • Um representante da diretoria do serviço de saúde;
  • Responsável pelo CME;
  • Um responsável pelo serviço de enfermagem;
  • Um da equipe médica;
  • E um da Comissão de controle de infecção hospitalar.

O centro de material e esterilização e as empresas processadoras só podem fazer o processo de produtos que tenham regularização da ANVISA.

Nos centros de processamento que são dedicados à assistência humana é completamente proibido fazer o processamento de materiais vindos de procedimentos em animais.

Os materiais que são considerados críticos devem passar pela esterilização só depois de terem sido lavados e passados nas outras etapas. Os produtos classificados como semicríticos devem passar no processo de desinfecção de alto nível após serem limpos também.

as boas práticas no processamento de produtos de saúde são fundamentais

Para os produtos semi críticos que são usados na assistência ventilatória, entre outras funções. Esses devem se submeter a uma limpeza de nível intermediário junto aos produtos saneantes, conforme especifica a vigilância sanitária.

Para saber a lista completa de boas práticas do processamento, veja aqui.

O que diz a resolução RDC?

O cuidado nas boas práticas do processamento de produtos para saúde não acontece só na hora de realizar a esterilização. Esse processo de cuidado vem bem antes.

Os instrumentos contaminados devem ter um manuseio cauteloso para que não contaminem quem está lidando com eles. Para isso, o uso de EPI é indispensável para evitar qualquer acidente.

A RDC estabelece que o transporte desses materiais deve ser feito em recipientes que sejam exclusivos para esta finalidade. Portanto, devem ser:

  • Rígidos;
  • Lisos;
  • Com sistema de fechamento estanque;
  • Lista de produtos para processamento;
  • Nome do serviço solicitante.

Depois de recebidos esses produtos, eles devem ser enviados o mais rápido possível para a área de destino para que possa ocorrer a limpeza do material.

Como já foi dito, a RDC n.15 estipula que todos os produtos devem passar pelo processo de limpeza antes de serem devidamente esterilizados.

Depois de seguir todos os protocolos estipulados por lei, o local deve fazer a verificação e inspeção de cada artigo para detectar a qualidade da limpeza para que prossigam na esterilização.

Isso tudo faz parte do fluxograma de processos unilateral das CME ou empresas de esterilização.

É importante que tanto o CME quanto a empresa, disponham de um sistema de informação manual ou automatizado que tenha registro do monitoramento e controle das etapas de limpeza, desinfecção ou esterilização.

O monitoramento dessas áreas deve funcionar a partir da disposição de incubadoras de indicadores biológicos. Os demais equipamentos devem ter monitorização de acordo com as especificações do fabricante. 

Por que as boas práticas são importantes?

Seguir as normas de processamento de produtos para saúde é importante porque através delas pode-se ter uma noção e uma normatização dos processos. Com ele, se torna possível garantir que todas as etapas estão sendo bem cumpridas e seguem a regularidade imposta pela Anvisa.

É necessário então que tudo tenha o minucioso cuidado para que os produtos possam proteger tanto os pacientes quanto os profissionais que os manuseiam.

Os riscos eminentes de um aparelho mal esterilizado é proporcionar infecções graves aos pacientes, podendo transmitir hepatite, entre muitas outras doenças graves.

Em procedimentos oftalmológicos, por exemplo, uma má esterilização pode levar o paciente à cegueira. Por isso que os responsáveis por esse processamento devem ter experiência e saber liderar.

Pois qualquer coisa que saia dos padrões estabelecidos pela lei, pode levar o estabelecimento a responder perante a justiça a sua falha.

Por fim, a esterilização dos materiais deve acontecer em diversos setores e passar por diversos processos químicos e físicos para garantir sua integridade. A esterilização garante ao aparelho:

  • Segurança;
  • Maior vida útil;
  • Economia;
  • Otimização de recursos;
  • Obediência às normas.

Conclusão

Todo estabelecimento médico tem como obrigação moral e ética contar com um setor ou uma empresa especializada que possa garantir segurança no serviço.

Dentro do código de boas práticas há inúmeros fatores que valem a pena serem checados para que você tenha maior compreensão de todo o processo.

Comente aqui então se você conseguiu compreender e aprender algumas das importâncias das boas práticas e nos diga o que você conhece e acha desse assunto.

Compartilhe este conteúdo com mais profissionais a fim de disseminar informações importantes sobre a segurança em ambientes hospitalares. 

Complicações na saúde de um paciente por conta de uma infecção hospitalar é, com toda certeza, um problema muito sério e pode trazer vários prejuízos às clínicas e/ou hospitais. Para prevenir situações indesejáveis como esta, existem rigorosos processos de esterilização pelos quais os materiais e equipamentos médico-hospitalares devem passar diariamente.

 

Por isso, vamos lhe mostrar porque a Esteriliza, excelência em esterilização, possui os melhores processos de esterilização do mercado e porque sua empresa deve contratá-la.

Mas quais são estes processos de esterilização?

Os processos de esterilização variam de acordo com o uso e as características do material e/ou embalagem a ser esterilizado. Desta forma, a ANVISA – órgão que dita as boas práticas para uma esterilização de qualidade – classifica os processos de esterilização da seguinte forma: métodos físicos, métodos químicos e métodos físico-químicos.

Métodos físicos

Os métodos físicos utilizam-se do calor em temperaturas variadas e alguns tipos de radiação para a esterilização dos materiais. Neste caso, as autoclaves – aparelhos utilizados para esterilizar materiais médico hospitalares – têm um papel fundamental.

 

Dentro deste processo de esterilização, podemos utilizar:

  • Vapor saturado sob pressão;
  • Calor seco;
  • Radiação ionizante.

Métodos químicos

Os métodos químicos são indicados para os artigos críticos e termossensíveis, isto é, aqueles que não resistem às altas temperaturas dos processos físicos. Com isso, fazem o uso de líquidos com capacidade esterilizante para a eliminação dos microrganismos contaminantes presentes no material

Este processo de esterilização ocorre por meio de imersão em produtos químicos, como formaldeído, ácido peracético e outros, que são tóxicos e corrosivos. Ou seja, é necessário que o profissional tenha um cuidado maior ao manusear esses tipos de produtos.

Métodos Físico-Químicos

O perióxido de hidrogênio é um dos processos de esterilização utilizados

Os métodos físico-químicos de esterilização podem ser feitos por meio do uso de plasma peróxido de hidrogênio ou óxido de etileno, que tem seu processo regulamentado pela ANVISA. O óxido de etileno é um tipo de gás bastante utilizado para a esterilização de materiais termossensíveis – que não resistem às altas temperaturas – e é indicado principalmente para uso hospitalar, por não ser corrosivo.

Já o Peróxido de Hidrogênio, que também é utilizado nos processos de esterilização, tem uma ação corrosiva e não é indicado para o uso em produtos a base de celulose e líquidos (H2O). Mas assim como o óxido de etileno, também é utilizado em artigos termossensíveis. Todo o processo de esterilização dura mais ou menos 1 hora.

Como você pode ver, cada um destes métodos são aplicados de acordo com o risco de contaminação, uso e características do material e/ou embalagem a ser esterilizado. Por isso, o ideal é que clínicas e hospitais contratem uma empresa especializada em processos de esterilização, com capacidade para executar todos os processos de uma forma profissional, correta e responsável.

Conheça a Esteriliza: excelência em esterilização

A Esteriliza é uma empresa especializada em serviços de esterilização de produtos para a saúde, atendendo às legislações vigentes no país e que trabalha com tecnologia e processos de esterilização avançados.

Dentre os nossos principais diferenciais, sua empresa pode contar com:

  • Software de rastreabilidade: saiba onde o material da sua clínica e/ou hospital está e quando vai ser entregue;
  • Equipe frequentemente treinada: com o avanço da tecnologia, mudanças na legislação e novos estudos na área, precisamos estar sempre atualizados;
  • Logística eficiente: buscamos e entregamos seus materiais na sua clínica e/ou hospital;
  • Alto investimento em tecnologia e qualidade: não medimos esforços quando o assunto é oferecer um serviço de excelência.

Deste último tópico, podemos destacar nosso investimento na GETINGE Série 9100, uma lavadora desinfectora para carrinhos e utensílios. 

 

Adquirimos este equipamento, que poucas empresas da área possuem, para deixar nossos processos de esterilização ainda mais avançados e completos para nossos parceiros. Isso porque a GETINGE possui:

  • Uma potência de aquecimento surpreendentemente alta, o que resulta em tempo de aquecimento super curto, tornando processos mais rápidos;
  • Um sistema de enxágue lateral que permite a limpeza e desinfecção de praticamente todos os tipos de itens volumosos;
  • Uma secagem rápida, por meio de uma maneira efetiva de aquecimento e múltipla distribuição do ar na câmara, que seca completamente os itens em pouco tempo.

Vantagens em contratar a Esteriliza

Além dos diferenciais da nossa empresa, dos quais falamos anteriormente, as clínicas e hospitais ainda contam com diversas vantagens em terceirizar os serviços de esterilização dos artigos de saúde conosco.

Redução de custos operacionais

Dois dos principais motivos pelos quais as empresas nos procuram são: a redução de burocracia e de custos. E elas estão corretas, pois contratar uma empresa terceirizada, capacitada e responsável como a Esteriliza promove mais agilidade no processo e evita, por exemplo, custos extras como a manutenção de equipamentos, que deve ser feita regularmente.

Além disso, essa parceria é capaz de não somente reduzir, mas também aumentar o lucro de empresas privadas que, ao terceirizar suas atividades secundárias, como os processos de esterilização, têm mais tempo para focar na atividade-fim. Ou seja, se a atividade-fim de um hospital é o procedimento cirúrgico, sua atenção deve estar focada neste objetivo, não na esterilização de equipamentos, pois é um processo que pode ser terceirizado. 

Controle sobre o processo

Com a Esteriliza, mesmo que os processos de esterilização não sejam feitos in-loco, sua empresa tem total controle sobre a rastreabilidade de todo o processo e domínio de inventário. Além disso, disponibilizamos indicadores de qualidade e produção, que tornam o processo mais transparente, como deve ser.

Segurança

Essa é uma das principais sensações que queremos que você sinta. Isso porque os processos de esterilização envolvem várias legislações e exigências a serem cumpridas. O descumprimento de alguma dessas leis podem prejudicar seriamente a sua empresa. 

Por isso, nossa expertise e experiência garantem uma operação funcionante, de acordo com as legislações vigentes. Assim, oferecendo um serviço de esterilização de qualidade, com cuidados e manutenção de seus instrumentais cirúrgicos e outros artigos de saúde.

Atualmente, nossa empresa está presente em dois estados:

Amazonas

Iranduba: Rod. Manoel Urbano, s/n, Distrito Cacau Pirêra, KM 02 | CEP 69415-000

Telefone: 92 98115-5706

Rondônia

Porto Velho: Aparício Moraes, 4099, Industrial | CEP 76.821-240

Telefone: (92) 2126-400

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